Para nossa alegria

Em meio à resistência de alguns ministros sobre a pressão pública e sua opinião, vícios como corporativismo e a corrupção, “Cachoeiras” cheias de bicho, ou melhor, acusações sobre Cachoeira em relação ao envolvimento com o jogo do bicho, o sofrimento de um povo que ocupa uma das cidades sede da tão sonhada e cobiçada Copa do Mundo que demonstra um total descaso e ausência de respeito em relação ao transporte coletivo, e o que falar do interesse de grande parte de nossa juventude brasileira que esta disposta, e, diga-se de passagem, bem disposta a contemplar a presença ilustre do craque Neymar no Congresso e que de forma alguma demonstram interesse em comparecer nas sessões parlamentares para cobrar mudanças que irão influenciar positivamente o futuro do nosso país ou até mesmo exigir punição àqueles que são craques em dribles a fiscalização, as investigações e receita federal, que tal experimentar algo especial, simples mais verdadeiro, invisível mais real que veio “para nossa alegria”?
Vivemos em um mundo onde as ilegalidades, as impunidades, as desigualdades e a total falta de respeito ao ser humano são as grandes notícias repassadas diariamente à sociedade através dos vários meios de comunicação, e muitas vezes influenciando os fracos a praticarem essas coisas ruins, e boa parte dessa sociedade só lamenta e não se deixa influenciar e vai à busca de alternativas para somar alegrias ao dia-a-dia e vícios, abertos e outras mazelas adentram a sociedade.
Jesus, o simples carpinteiro veio com a missão de morrer na cruz para que eu e você tivéssemos vida e vida em abundância e ainda existem aqueles que defendem que Ele é o culpado de todas estas coisas ruins que acontecem neste país e no mundo, mesmo contemplando diariamente o agir das mãos sujas e inconsequente de homens perversos e impiedosos. A palavra diz que o que se planta se colhe e a pergunta que fica hoje é – O que o povo brasileiro tem plantado? As respostas serão inúmeras, porém a colheita será apenas uma.
Que tal a melhor e única alternativa para que vivamos uma verdadeira alegria?

Texto de Judson Dantas
Teólogo

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